fbpx

Associação de produtores de frutas veem na Energia Solar uma opção para redução de custos.

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on email

Associação de produtores de frutas veem na Energia Solar uma opção para redução de custos.

Reportagem publicada pelo O Maringá

Produtores de frutas da região de Cruzeiro do Oeste adotam uma alternativa para reduzir custos e certamente servirão como exemplo a entidades que também estão em busca de cortar gastos com energia elétrica. O uso da energia solar é uma possibilidade de reduzir custos de produção também na área rural. A diretoria da Associação de Fruticultores e Hortigranjeiros de Cruzeiro do Oeste (Afruhco) decidiu instalar um sistema de energia solar fotovoltaica para abastecer as quatro câmaras frias. O investimento teve 100% dos recursos, R$ 393.288, subsidiados pelo Programa Coopera Paraná.

De acordo com Pedro Marangoni, presidente da associação, a instalação do sistema fotovoltaico vai diminuir significativamente os custos. “Este projeto do Governo do Estado vem ao encontro das necessidades das associações de pequenos agricultores, ajudando na sua manutenção”, disse Marangoni. “A substituição da energia elétrica pela energia solar vai agregar valor na produção orgânica e ambiental, proporcionando maior visibilidade ao nosso produto.”

Segundo ele, a diretoria trabalha para aumentar o número de associados e a área de plantio para atender a demanda por frutas. No futuro, também há planos de transformar a associação em cooperativa. A Afruhco é formada, em sua maioria, por agricultores familiares e já registrou produções de 800 toneladas de acerola, em 70 hectares.

Atualmente a área plantada diminuiu, assim como a produção, devido à reforma das lavouras. Os associados introduziram variedades mais adequadas para atender o mercado consumidor que busca frutos com maior teor de vitamina C. Após a colheita do fruto, a acerola é transportada no mesmo dia da propriedade rural para a sede da associação onde é armazenada nas câmaras frias.

Marangoni informou que a capacidade de armazenamento é de 100 toneladas. O sistema de energia fotovoltaica que está sendo instalado vai abastecer a sede e, principalmente as câmaras frias. As faturas de conta elétrica apontam que, em um ano, o custo variou de R$ 393,26 (em mês de entressafra) até R$ 29.446,43 (em mês de safra). O consumo anual chegou a 129.694 kWh, tendo uma média mensal de 10.808 kWh.

O projeto de instalação do sistema de energia fotovoltaica foi elaborado pelos servidores do IDR-Paraná e da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *